Os Povos Ciganos fazem parte da história e da diversidade do Rio Grande do Sul e do Brasil, mas ainda enfrentam anticiganismo, invisibilidade institucional e barreiras no acesso a direitos. Essa realidade se expressa no preconceito e nos estereótipos, mas também na exclusão de políticas públicas, na violência e na dificuldade de reconhecimento de seus modos de vida, cultura e territorialidade.
Como candidata a deputada federal, reforço o compromisso de levar as demandas dos Povos Ciganos do Rio Grande do Sul ao Congresso Nacional, atuando pela construção de políticas públicas nacionais com os Povos Ciganos, e não falando por eles.
Meu compromisso é:

Vamos trabalhar para:
- Enfrentar o anticiganismo, combatendo a discriminação e os estereótipos e cobrando do poder público políticas permanentes de promoção dos direitos dos Povos Ciganos.
- Garantir acesso a direitos, defendendo políticas nacionais de saúde, educação, assistência social, documentação e demais serviços públicos que considerem as especificidades das comunidades itinerantes.
- Respeitar a mobilidade e a territorialidade cigana, incluindo essas comunidades nas políticas de infraestrutura, defesa civil e enfrentamento às emergências climáticas.
- Valorizar a cultura e a identidade cigana, apoiando a preservação da memória, dos saberes, das tradições e das manifestações culturais.
- Fortalecer trabalho e autonomia econômica, defendendo acesso a crédito, formação, compras públicas, editais e políticas de geração de renda.
- Garantir direitos para mulheres, crianças, jovens, pessoas idosas e pessoas com deficiência, considerando suas especificidades na construção das políticas públicas.
- Disputar orçamento e fiscalizar políticas públicas, destinando emendas e atuando para que os direitos dos Povos Ciganos tenham recursos, continuidade e efetividade.

Esse compromisso começa e nem termina na eleição. Vou manter diálogo permanente com a ACIRGS, lideranças, organizações e comunidades ciganas do Rio Grande do Sul, levando suas demandas para a agenda nacional e prestando contas do mandato Reconhecer direitos é enfrentar o preconceito, combater a exclusão e garantir que os Povos Ciganos tenham voz nas decisões que dizem respeito às suas próprias vidas.
Agora é nós por nós!