Famílias atípicas não podem continuar carregando sozinhas o peso de garantir direitos que deveriam ser responsabilidade do Estado!
Quem vive essa realidade conhece a maratona: buscar diagnóstico, atendimento, terapias, escola, benefício, transporte e informação. Enfrentar filas, burocracias e serviços que muitas vezes não conversam entre si. E reorganizar toda a vida da família para dar conta do cuidado.
Também sabemos quem acaba pagando a maior parte dessa conta: as mulheres. Mães, avós e cuidadoras que reduzem ou deixam o trabalho, adiam projetos e assumem uma carga de cuidado que precisa ser reconhecida como questão política. Por isso, assumo o compromisso de levar essa pauta para o Congresso Nacional e usar o mandato para legislar, fiscalizar, disputar orçamento e garantir recursos para políticas públicas que façam diferença na vida das famílias.
No Congresso Nacional, essa luta será traduzida em:

Vamos trabalhar para:
- Fortalecer o SUS, ampliando o acesso a diagnóstico, atendimento especializado e terapias.
- Defender uma educação pública inclusiva, com profissionais preparados, acessibilidade e suporte adequado aos estudantes e suas famílias.
- Ampliar as políticas de assistência social, facilitando o acesso a benefícios, direitos e informação.
- Disputar recursos no orçamento federal para serviços e iniciativas voltados às pessoas com deficiência e neurodivergentes e suas famílias, inclusive nos municípios do interior.
- Defender quem cuida, com políticas que enfrentam a sobrecarga das mulheres cuidadoras e garantam condições para trabalhar, estudar, ter renda e viver para além do cuidado.
- Ampliar a inclusão para além da saúde, garantindo acesso à cultura, ao lazer, ao transporte, ao trabalho, à convivência e à autonomia.

Quero fazer essa luta com as famílias, não falar por elas. Um mandato aberto à escuta de quem vive essa realidade, dos profissionais e das organizações que constroem essa luta. A política pública precisa partir da vida real. Quando uma família precisa abrir mão do trabalho, percorrer quilômetros por atendimento ou desistir de buscar um direito por não saber onde encontrá-lo, não estamos diante de um problema individual, mas de uma falha do Estado. É essa responsabilidade que quero cobrar em Brasília, transformando as demandas das famílias em projeto, orçamento, fiscalização e política pública.
Agora é nós por nós!