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Famílias Atípicas

Famílias AtípicasAgora é nós por nós!Ingra 5070Deputada Federal PSOLFamílias AtípicasAgora é nós por nós!Ingra 5070Deputada Federal PSOLFamílias AtípicasAgora é nós por nós!Ingra 5070Deputada Federal PSOLFamílias AtípicasAgora é nós por nós!Ingra 5070Deputada Federal PSOL

Famílias atípicas não podem continuar carregando sozinhas o peso de garantir direitos que deveriam ser responsabilidade do Estado!

Quem vive essa realidade conhece a maratona: buscar diagnóstico, atendimento, terapias, escola, benefício, transporte e informação. Enfrentar filas, burocracias e serviços que muitas vezes não conversam entre si. E reorganizar toda a vida da família para dar conta do cuidado.

Também sabemos quem acaba pagando a maior parte dessa conta: as mulheres. Mães, avós e cuidadoras que reduzem ou deixam o trabalho, adiam projetos e assumem uma carga de cuidado que precisa ser reconhecida como questão política. Por isso, assumo o compromisso de levar essa pauta para o Congresso Nacional e usar o mandato para legislar, fiscalizar, disputar orçamento e garantir recursos para políticas públicas que façam diferença na vida das famílias.

No Congresso Nacional, essa luta será traduzida em:

Ilustração em estilo cartaz ativista: família diversa em abraço acolhedor, com elementos de acessibilidade e cuidado coletivo

Vamos trabalhar para:

  • Fortalecer o SUS, ampliando o acesso a diagnóstico, atendimento especializado e terapias.
  • Defender uma educação pública inclusiva, com profissionais preparados, acessibilidade e suporte adequado aos estudantes e suas famílias.
  • Ampliar as políticas de assistência social, facilitando o acesso a benefícios, direitos e informação.
  • Disputar recursos no orçamento federal para serviços e iniciativas voltados às pessoas com deficiência e neurodivergentes e suas famílias, inclusive nos municípios do interior.
  • Defender quem cuida, com políticas que enfrentam a sobrecarga das mulheres cuidadoras e garantam condições para trabalhar, estudar, ter renda e viver para além do cuidado.
  • Ampliar a inclusão para além da saúde, garantindo acesso à cultura, ao lazer, ao transporte, ao trabalho, à convivência e à autonomia.
Ilustração em estilo cartaz ativista: cuidadoras, profissionais do SUS, escola inclusiva e transporte acessível em diálogo

Quero fazer essa luta com as famílias, não falar por elas. Um mandato aberto à escuta de quem vive essa realidade, dos profissionais e das organizações que constroem essa luta. A política pública precisa partir da vida real. Quando uma família precisa abrir mão do trabalho, percorrer quilômetros por atendimento ou desistir de buscar um direito por não saber onde encontrá-lo, não estamos diante de um problema individual, mas de uma falha do Estado. É essa responsabilidade que quero cobrar em Brasília, transformando as demandas das famílias em projeto, orçamento, fiscalização e política pública.

Agora é nós por nós!